Machine Girl.

putinha.

putinha.

Devo dizer, este irrita. Vale pelo Gore, mas o áudio é irritante, nunca ouvi tanto grito em minha vida e cheguei a ficar tonto com a gritaria. Japonês grita por tudo, até pra conversar eles gritam. Pior que ela nem faz sexo no filme, desconfio que pra variar, ia gritar. Ou só pra ser broxante, ia ficar calada.

Nos longos minutos de filme, a calcinha da Machine Girl apareceu no máximo cinco vezes.

um raro momento de prazer.

um raro momento de prazer.

E era pra ser um gore com colegial japonesa misturada com Evil Dead. E é, mas não funciona bem. Apesar que, tem coisas geniais nele. Mas esqueça o horror aqui, e fique só com o trash e o gore, misturado com o action e o game. A impressão é de uma adaptação de Mortal Kombat. Nada do que eu esperava, mas vale por algumas cenas de morte bem nojentas; Uma abertura bem inspirada, com falas tipo Jaspion e um clima de Grindhouse; Uma mão empanada; Um vômito de tripas e, o melhor de tudo, o menos esperado e incrível sutiã perfurador. Esse vale o filme todo, mas demora muito até chegar nas sequênciais finais pra poder ver isso.

Se a gritaria e a falta de nudez não tivesse me irritado tanto, Machine Girl seria apaixonante. Em outros momentos – como na subjetiva da metralhadora mandando chumbo, ou em violentices como um furioso arrancamento de cara à base de bala – entrevemos um stress que seria essencial de forma mais constante e sem tanto grito.

Uma dose a menos de karatê também melhorava.
Mas é inegável que é um must-see dos lixos atuais, embora seja daquele jeito descompromissado, e com volume baixo. Bem baixo.

Saul Mendez para o Gore Bahia, 01/05/2009

1 Comentário

  1. aheuhaeueahuah

    “a girl. a machine girl” fez eu lembrar de “a máquina de foder” de bukowski.

    pelo que li, o texto é mais divertido que o filme. mas, bem, o sutiã perfurador soa sensacional.
    boa sorte com o wordpress e o seu visual tão mais aristocrático. ^^

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