O INFERNO são os outros.

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Após uma pausa de seis anos desde O Albergue 2 (Hostel: Part 2, 2007), Eli Roth retornou à cadeira de diretor para filmar CANIBAIS (The Green Inferno, 2013), naquele que pode ser considerado seu melhor esforço cinematográfico até hoje, além de uma bela homenagem aos exploitations de canibalismo do início dos anos 80, principalmente Cannibal Holocaust de Ruggero Deodato e Cannibal Ferox de Umberto Lenzi. No entanto, não é de se esperar aqui a matança real de animais que recheiam essas obras polêmicas, embora um bom nível de GORE esteja presente, assim como a crítica social também referente a esses filmes homenageados, ainda que em um viés adaptado a estes tempos de justiça social. Também, vale lembrar aos que chegam à obra buscando uma retomada no estilo dos clássicos, que na verdade se trata de uma homenagem, e não um pastiche que copia Deodato ou Lenzi. A proposta não perde o mesmo toque pessoal dos filmes de Roth, seja pelo desenrolar prolongado dos primeiros atos, seja no roteiro e diálogos que pouco lembram o ritmo dos exploitations. Por isso mesmo, consegue ser original, além de ser fotografado lindamente e entreter muito bem. Se não chega a ser impactante para os escolados no horror, é um tanto memorável pela qualidade do material.

Além de atuar como o clássico “Urso Judeu”, Eli Roth dirigiu o segmento “Nation’s Pride” em Bastardos Inglórios (Inglorious Basterds, 2009), de Quentin Tarantino, direção não creditada no filme mas hoje amplamente reconhecida e creditada, inclusive no IMDB, o que fala por si a respeito da habilidade deste diretor. Ele tem sido citado normalmente como parte do grupo de representantes mais proeminentes do horror moderno, ao lado de nomes como Darren Lynn Bousman (Repo! The Genetic Opera, 2008 e Jogos Mortais 2 a 4), Alexandre Aja (Alta Tensão, 2003), Neil Marshall (Abismo do Medo, 2005), Greg McLean (Wolf Creek, 2005) e James Wan (Invocação do Mal, 2013). No entanto, suas derrapadas em filmes como O Albergue (Hostel, 2005) e seu mais recente Bata Antes de Entrar (Knock Knock, 2015) – com Keanu Reeves -, que até a metade se constrói como uma bela trama de suspense intimista para, por fim, nos atirar frente a frente com resoluções de um seriado de comédia, acabam por nos deixar, também, sempre a meio caminho de considerá-lo bom no que faz.

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Não é o que acontece em CANIBAIS, que cumpre a proposta e mescla muito bem a selvageria à necessidade por piadas desse diretor, em momentos de alívio cômico que exigem, como de costume, uma certa imersão e aceitação por parte do espectador. O bom resultado em ritmo e cadência é alcançado no filme através das boas atuações (principalmente por parte da chilena Lorenza Izzo, atual esposa de Eli Roth) diálogos plausíveis e reviravoltas inesperadas. O bom roteiro neste filme de horror/aventura se deixa entrever para aquele que assistir desprevenido. Vale a pena conhecer pouco a sinopse, para apreciar devidamente esta que é uma viagem que necessita de fatores surpresa para funcionar.

Uma produção difícil e bem-sucedida

A produção do filme, assim como seus predecessores no gênero, foi recheada de curiosidades: os atores tiveram que assinar um documento antes realizarem audição para os papéis, onde aceitavam ser vacinados contra febre amarela e comprovavam estar cientes de filmar em uma região sem banheiros e com diversos riscos como tarântulas, cobras e sapos venenosos. Lorenza Izzo quase se afogou de verdade enquanto filmava uma cena de afogamento ficcional no rio, e parte do afogamento real é o que vemos nas telas; A também atriz Kirby Bliss Blanton foi parar no hospital por conta dos ataques excessivos de mosquitos que todos estavam sofrendo; A equipe de filmagem chegou a cancelar um dia de trabalho por conta da altíssima temperatura na floresta. Praticamente todos, com exceção de Eli Roth, ficaram em algum momento doentes.  Ainda, os atores da vila peruana Callanayacu, que foram contratados para interpretar a tribo indígena, nunca tinham visto um filme em toda sua vida – e Roth teve que levar uma TV onde exibiu Cannibal Holocaust. Todos deram risada, pois pensaram se tratar de um filme cômico, e aceitaram participar. Os cidadãos do vilarejo que não atuaram, ajudaram a equipe técnica, ou seja: a vila inteira participou da produção, adultos, idosos, jovens e crianças. Todos os dias a equipe enfrentava cinco horas de viagem em Land Rovers até o vilarejo afastado, e encarava mais 90 minutos subindo o rio. Roth ainda declarou que, depois das filmagens, ofereceram de presente uma criança de dois anos para a designer de produção Marichi Palacios, que passou três semanas vivendo com a equipe e preparando-os para as filmagens – presente o qual ela negou com muita educação. Durante o tempo em que a equipe conviveu com o povo de Callanayacu, ouviram muito sobre os mitos e lendas da floresta, de forma que conseguiram mapear diversas possibilidades criativas para uma continuação. A cena pós-créditos do filme, inclusive, deixa uma possibilidade em aberto para a proposta, que já chegou a ser discutida seriamente e teria o possível nome “Beyond the Green Inferno”.

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Os efeitos especiais e de maquiagem no filme são creditados a Greg Nicotero e sua equipe da KNB EFX. Como sempre, o trabalho dessa equipe responsável por The Walking Dead é primoroso. O visual do filme também é excepcional: Filmado com uma CANON C300 – uma das câmeras profissionais mais compactas do mercado, com sensor FullFrame em uma qualidade de captura que se assemelha ao nobre formato de filme cinematográfico Super 35mm – conseguiram capturar imagens lindas da floresta amazônica no território peruano. A direção de arte fica por conta do chileno Fernando Alé, também de Bata Antes de Entrar e de Aftershock (2012), e se mostra belíssima principalmente quando surge, em meio à floresta, o imponente cenário do vilarejo canibal; A musica de Manuel Riveiro, compositor proveniente da região de Galícia (Espanha), é condizente com o trabalho de Riz Ortolani em Cannibal holocaust e cumpre com o serviço de grandiosidade observado nas imagens. Como sempre, Roth opta em seus filmes por uma trilha orquestrada, clássica como suas principais referências, ao invés de apelar para tremeliques de MTV. A relação cômica aqui fica por conta da banda punk galega Os Resentidos em uma música chamada “Galicia Canibal”, um clássico ibérico que é, coincidentemente, das terras de Riveiro.

O filme foi co-escrito por Roth com o urugaio Guillermo Amoedo, que construiu sua carreira cinematográfica no Chile com curta-metragens e trabalhos para a TV além dos longas Retorno (2010) e The Stranger (2014), também estrelado por Lorenza Izzo. Amoedo se tornou um parceiro de Roth desde o trabalho conjunto no roteiro de Afterschock (2012), dirigido pelo chileno Nicolás López. Ele também divide com López e Eli os créditos do roteiro de Bata Antes de Entrar, que, infelizmente, não alcançou o mesmo resultado satisfatório de CANIBAIS.

Apesar de ter sido terminado e exibido em diversos festivais em 2013 (inclusive concorrendo a melhor filme no festival de SITGES desse mesmo ano), a distribuição comercial do filme pela produtora Worldview Entertainment foi extremamente problemática. Após muito atraso e a promessa de um lançamento em setembro de 2014, a produtora acabou caindo fora e deixando o filme sem distribuição. Em 2015 a Blumhouse Pictures, por fim, interferiu para salvar e o filme foi lançado nos estados unidos. No Brasil o filme seria lançado nesse mesmo ano pela Paris Filmes; pôsteres e trailers chegaram a pipocar aqui e ali, mas após as confusões de distribuição observadas, o lançamento foi cancelado. Oficialmente o filme ainda não foi lançado no país, e já estamos chegando em 2017 – o que faz com que a maioria dos espectadores apelem para as cópias pirateadas via Torrent ou links diretos pela internet. Mesmo com tanta dificuldade, um sinal de que o filme poderá sobreviver ao tempo é que, apesar de seu baixo valor em um mercado de blockbusters, uma pequena empresa criou até um jogo (aparentemente bem desenvolvido) para mobiles chamado The Green Inferno: Survival.

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A recepção nas mídias: Analisamos cinema ou política?

A crítica negativa que circulou a respeito do filme é ampla, mas não condiz com a qualidade da produção ou com o nível de entretenimento que ela proporciona. Ainda, muitas delas ocorrem sem a base necessária, ou seja, sem considerar o histórico do diretor, os predecessores do gênero canibal, e até mesmo algumas delas são críticas que provém de jornalistas que desrespeitam ou preferem ignorar os filmes de horror. Pode-se dizer, inclusive, que os anos perdidos em problemas de distribuição afetaram demais a recepção do público. O filme possui, no momento, apenas 5,4 de pontuação no IMDB e 34% no Rotten Tomatoes – mas precisamos sempre saber analisar a qualidade da crítica, e não números. Nem sempre a maioria possui o conhecimento necessário pra apreciar a obra, nem sempre uma minoria que a aplaude é meramente apaixonada – e, talvez, uma maioria que apedreja seja mais suspeita do que parece.

Desde o início do que foi cunhado pelos fãs como sua “Trilogia de viagens”, Eli Roth vem sendo acusado de xenofobia. Os turistas de O Albergue, por exemplo, sofrem nas mãos dos locais em uma cidade do oriente europeu, enquanto os personagens de CANIBAIS são devorados por uma tribo amazônica que vai muito além de qualquer realidade. O filme foi criticado, inclusive, pela Survival International, organização que defende as tribos indígenas afastadas da civilização. Eles julgaram o filme como reforçador de um discurso neocolonialista, tratando-os como selvagens perigosos. No entanto, cabe compreender a liberdade criativa em uma obra de fantasia, além de reconhecer que os índios da tribo fictícia não são representados no filme como mais cruéis que os próprios personagens da cidade de New York. No filme, a fome por dinheiro observada nos empreiteiros peruanos do desmatamento, assim como pelo líder ativista Alejandro, são tão representantes da ânsia por consumir o outro quanto a fome canibal aborígene.  Nos conformes dos clássicos de Deodato e Lenzi, os humanos estão consumindo uns aos outros, seja assim ou assado, e CANIBAIS segue essa cartilha de perto. A tribo fictícia mostrada em tela está se comportando como sempre esteve ao longo de séculos, assim como a tribo da cidade que, por azar, cai em seu território. Cabe reconhecer, também, que trabalhando sempre em colaboração com tanta gente de fora dos Estados Unidos, casado com uma latino-americana – e sendo ele mesmo de descendência Judaica, o “Urso Judeu” por excelência – se torna ainda mais confusa essa alusão à xenofobia em seu discurso. Possível, talvez; mas nunca um fator a definir a qualidade de seu filme.

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As críticas negativas vieram de fontes como Observer (UK), New York Times/New York Post, Entertainment Weekly, Variety, Common Sense Media e muito BuzzFeed News… Já as críticas positivas, são provenientes do Independent (UK) (O nome diz tudo), El Pais (Espanha) (Um dos países que mais privilegia e produz filmes de horror, a muito tempo), Newsday, RogerEbert.com, Vulture, IGN (USA), The Wrap, E páginas que conhecidamente entendem do que falam, pois trabalham com jornalismo crítico específicamente do gênero horror no cinema, como JoBlo, Shock Till You Drop, FANGORIA e Bloody-Disgusting. É fácil de observar que, em críticas anteriores, New York Times e New York Post já demonstraram não possuir qualquer simpatia pelo trabalho de Eli Roth. Por sua vez, Entertainment Weekly e Variety nunca seriam sequer o tipo de fonte a se considerar para analisar um filme como CANIBAIS – eles estão mais aptos a analisar Harry Potter ou qualquer outro blockbuster cujo publico-alvo seja a família. Já o Comon Sense Media é um site .org em defesa dos valores morais da família americana, e o BuzzFeed… é repleto de críticos que são reflexos dos personagens ativistas satirizados no filme de Roth, o que clareia muito bem a indignação. Da mesma forma, o diferencial das críticas do Independent e do Observer, no Reino Unido, é perceptivel no foco político da análise deste ultimo:

“Atuações rasas, roteiro escrito por playboyzinho (a forma como os ativistas são retratados é totalmente idiota) e um gore retrô combinado com um racismo neocolonialista e piadas nada engraçadas sobre diarréia, drogas e Scooby-Doo.” (Texto original: “Flat-pack acting, frat-boy screenwriting (the portrayal of activists is spitefully dumb) and retro gore combine with smug throwback neocolonialist racism and unfunny jokes about diarrhoea, dope and Scooby-Doo”).

A fúria dos defensores do entretenimento saudável para a família americana fica por conta do Common Sense Media:

“O diretor Eli Roth retorna à cadeira de direção com o seu vil, abominável, incompetente, idiota e odioso filme de tortura canibal. O filme está errado de tantas maneiras, que é difícil saber por onde começar.” (Texto original: “Director Eli Roth returns to the director’s chair with this vile, abhorrent, incompetent, dumb, hateful cannibal torture film. The movie goes wrong in so many ways, it’s hard to know where to start”).

Nenhuma dessas críticas diz respeito ao filme no que ele é: uma obra narrativa de som e imagem, que visa o entretenimento. Nenhuma dessas críticas, embora esteja somando em números, realmente é relevante para a análise fílmica ou para um termômetro de produções de entretenimento, o que seria o aspecto primordial de sites como IMDB e Rotten Tomatoes. Por isso, vale sempre observar QUEM fala.

O contexto realmente discursivo do filme critica a formação de uma sociedade repleta de slacktivistas (termo pejorativo aplicado a pessoas que realizam ativismo de curtidas e compartilhamentos nas redes sociais, enquanto cruzam os braços e aguardam alguma mudança), assim como os próprios métodos através dos quais o ativismo dos movimentos estudantis das faculdades americanas se desenvolve – financiamento político-empresarial, líderes sedutores inseridos nas faculdades estrategicamente – e ainda ataca a imagem dos revolucionários que muitos universitários idolatram (a comparação do personagem mais hipócrita do filme com as camisas de Che Guevara é o ápice do leve veneno cômico de Roth). CANIBAIS, dessa maneira, acabou atirando tomates no que é hoje uma maioria de público – aqueles que, supostamente, lhe atirariam tomates de qualquer forma, tendo em vista os julgamentos de xenofobia pelos quais veio passando. O discurso no filme, no entanto, é raso e transmitido de forma leve, demonstrando claramente que seu foco principal é entreter, e não polemizar ou problematizar em seminários acadêmicos. Roth já chegou a declarar, ao ser perguntado sobre o que os filmes de horror mais precisam hoje, que é necessário ter originalidade e não medo de ofender, pois tentar ser politicamente correto é a morte da criatividade (“Originality. And films that are not afraid to offend. Political correctness is the death of creativity”).

Vale ler uma pesquisa realizada sobre o documentário Kony 2012, que foi citado pela TIME naquele ano como o vídeo mais viral de todos os tempos. O pensamento de Roth em suas pitadas de crítica rasa tem lá suas influências nesse material. O problema citado na pesquisa é que, apesar de tanto alarde gerado pela comunidade das redes sociais, nada de fato foi feito ou resolvido além de assistir, curtir, compartilhar e fazer textos honoráveis a respeito do problema exposto por esse documentário de curtíssima duração. Sequer houve uma quantidade de doações minimamente próxima a um décimo do buzz nas mídias sociais. É uma pesquisa cabível de reflexão, como tudo, com equilíbrio e imparcialidade. Mas, o que nos cabe aqui e agora é reconhecer que, quanto ao filme CANIBAIS, como criação artística da narrativa fantástica e de horror no cinema – e considerando toda a carga histórica que se aplica ao gênero -, nenhuma crítica política pode ser mais válida do que análises como a proferida por Stephen King no Twitter: “É como um glorioso retorno aos filmes de Drive-In da minha juventude: sangrento, emocionante, difícil de olhar, mas não se consegue tirar os olhos.” (Texto original: “like a glorious throwback to the drive-in movies of my youth: bloody, gripping, hard to watch, but you can’t look away”).

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Créditos finais

Por fim, o filme homenageia os diretores italianos do subgênero de horror canibal – criado na terra de Fellini, Argento e Fulci, e que foi temporariamente tão prolífico quanto os também nacionais Giallos – ao inserir nos créditos uma “Breve história do gênero italiano de canibais e seus muitos nomes, juntamente de seus diretores e seus muitos nomes (“brief history of the Italian cannibal genre and their many names, along with their directors and their many names”). Antes de encerrar vale notar que Cannibal Holocaust, durante sua produção, teve o nome temporário de Green Inferno – que só foi modificado para garantir um maior apelo comercial, sendo mais direto quanto ao conteúdo do filme, um título menos abstrato. Roth abraça o título esquecido em seu filme controverso e, ao final dos créditos, em letras que preenchem a tela, lemos: “Per Ruggero”. Uma fantástica homenagem ao diretor da obra prima italiana. Um filme de produção bela e um ótimo entretenimento, para além das críticas e desvarios de quem não compreende o cinema.

Saul Mendez Filho para o Gore Bahia, 25/11/2016.

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